all the things
todas as coisas: ditas, sentidas e achadas.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
14:29
Criado em maio de 2009 e utilizado a partir de novembro do mesmo ano, o "All the things" tem o intuito de fazer com que eu não morra com um AVC. Julgo interessante contar o motivo de criá-lo. Sempre gostei de escrever, sempre encontrei um refúgio nas palavras, e resolvi oficializar isso para que eu pudesse dividir com alguém que de certa forma partilhasse dos mesmos pensamentos e achismos. Nem um terço do que escrevo vem pra cá, são palavras vomitadas ("Escrever é enfiar um dedo na garganta," Caio Fernando Abreu), então nem tudo é cabível. Pode-se dizer que escrevi muito sobre o sentimento mais bonito que já conheci. Mas a melhor parte é escrever sobre o que dói. A melhor parte é escrever no dia nublado. No ápice eu excluí tudo, apaguei, perdi, joguei fora. E retomei diferente, de forma mais realista, talvez. Até os títulos das postagens terem o horário em que as escrevo tem um sentido particular. Tanto no blog, quanto no tumblr, os motivos são os mesmos, a justificativa do nome é a mesma. Não tento me promover através deles, tento apenas não enlouquecer.
domingo, 29 de julho de 2012
20:33
Sentimento do depois
Enquanto as “coisas” (sentimentos) duram, só existe a
felicidade, os planos e as expectativas. Mas como é de praxe, nada é pra
sempre. E então, o que fica? O que resta no depois? São as tuas angústias junto
com os teus anseios e de repente tu não sabes mais como conjugar verbos, e
troca o tempo inteiro o “eu” por “nós”. É aí que a situação complica, tu não
tens rumo nem vontade, só sabe dizer e pensar que seria bom se ainda existisse
aquilo que não existe mais. Ouve diversas frases de apoio, que são as melhores:
sempre as mesmas, e geralmente, não ajudam. E assim tu ficas. Até quando eu não
sei. Mas se pudessem inventar algo de muita utilidade, seria uma coisa
qualquer, que pudesse amenizar o sentimento do depois.
(Fevereiro/2012)
terça-feira, 17 de julho de 2012
00:44
Larga o drama e o arrependimento, e troca isso por um sorriso. Só assim tu ganhas, e aquele pelo qual hoje tu choras, vai deixar de ser o que é. Te colocas em primeiro lugar, se preciso, sejas egoísta em algumas situações. Se tu não fizeres isso, ninguém mais vai fazer.
terça-feira, 10 de julho de 2012
01:17
Cá venho eu, com mais uma reflexão descabível para tantos: a maioria das pessoas não tem noção das coisas. Nem delas mesmas. Nem do que falam. Nem do que pensam.
Sou a favor da mudança que agrega, não na mudança que se perde no caminho, e faz tudo virar uma bagunça.
Uso então o "clichê": KEEP CALM AND VÊ O QUE TU TÁ FAZENDO, PORRA!
Sou a favor da mudança que agrega, não na mudança que se perde no caminho, e faz tudo virar uma bagunça.
Uso então o "clichê": KEEP CALM AND VÊ O QUE TU TÁ FAZENDO, PORRA!
sábado, 7 de julho de 2012
01:47
E naquela noite teu sorriso ofuscava qualquer outra coisa que brilhasse. Teu cabelo bagunçado e respiração descompassada eram ainda mais charmosos e instigantes. "Espero que não seja só um dia", pensei, ingênua. Foi quando brinquei de fazer charme, coisa que nunca soube, "me faz dormir?", pedi, da forma mais doce possível. Tu riu, ironicamente. Me abraçou e mordeu a ponta do meu nariz. Eu reclamei. Teu sorriso abriu. Me abraçou forte, e adormecemos. E assim eu aprendi teu jeito de amor, de "amar". Brincar, me fazer rir.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
01:06
Aprende, guria, a manter contigo só aquilo que faz sorrir. Não te faz! Mostra o que tu sente, que fazer charme só serve pra encharcar travesseiro.
sábado, 30 de junho de 2012
00:02
Amor deve ser medido por intensidade, não por tempo. A intensidade que vai definir se ele será eterno ou não.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
00:46
quem nunca quis ser um farol? Pra guiar alguém, pra ser um alicerce. Quando estiver perdido, procura. Encontra teu farol.
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