sábado, 7 de julho de 2012
01:47
E naquela noite teu sorriso ofuscava qualquer outra coisa que brilhasse. Teu cabelo bagunçado e respiração descompassada eram ainda mais charmosos e instigantes. "Espero que não seja só um dia", pensei, ingênua. Foi quando brinquei de fazer charme, coisa que nunca soube, "me faz dormir?", pedi, da forma mais doce possível. Tu riu, ironicamente. Me abraçou e mordeu a ponta do meu nariz. Eu reclamei. Teu sorriso abriu. Me abraçou forte, e adormecemos. E assim eu aprendi teu jeito de amor, de "amar". Brincar, me fazer rir.
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